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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Poligrafo legal

Utilização do polígrafo em casos criminais no Brasil


Dizer que uma sociedade moderna precisa de uma justiça “justa” parece obvio, é mais, uma justiça honesta é considerado um pilar fundamental da sociedade moderna. No entanto, conseguir uma justiça “justa” é uma tarefa herculana visto que existem demasiadas variáveis nos processos legais que fazem da justiça um procedimento em constante evolução.

Nos casos criminais, sem embargo, é quando mais sensível demonstra ser o aspecto da “justiça”. Precisamos respeitar os direitos fundamentais do réu, mas também queremos de certa forma corresponder à justiça que a sociedade exige. Encontrar o balance adequado é difícil, sobre tudo quando os casos são crimes de caráter hediondos, casos onde as provas físicas são escassas ou inexistentes e casos que são construídos baseados em denuncias. 

Estas circunstâncias não só são difíceis para o ministério público, mas igualmente para a defesa.

Advogados criminalistasAdvogados criminalistas são os advogados que mais necessitam que a justiça seja “justa”. Uma justiça tendenciosa terá consequências nefastas não só para o seu trabalho mas sobre todo para o seu cliente, que está arriscando a sua liberdade.

O problema se torna ainda mais grave quando o caso é tratado pela mídia, que parece demonstrar uma sede insaciável por castigo. Este tratamento público de casos criminais pode ter consequências sinistras, especialmente quando o caso é julgado por um “Tribunal de Júri”.

Os suspeitos e os seus representantes se encontram muitas vezes em desigualdade de forças, não tendo acesso aos meios técnicos do ministério público ou a força da mídia para defender os seus clientes. No entanto, em muitos casos, as evidencias são circunstanciais e é a palavra do acusador contra a palavra do seu representado.

Por isso cada vez mais advogados criminalistas no Brasil recurrem ao polígrafo para a defesa do seu cliente. Utilizam o polígrafo principalmente por duas razões:

  1. Saber se o seu cliente é realmente inocente
  2. Aportar o relatório do teste do polígrafo como evidencia da inocência do seu representado em tribunal

AcusadoNo primeiro caso, o resultado do teste do polígrafo vai ajudar o advogado a definir a sua estratégia de defesa. No caso o seu cliente passe o teste do polígrafo com alta probabilidade a sua defesa vai ser de procurar a inocência do seu representado, caso contrário, procurara a melhor sentencia possível para seu cliente.

No segundo caso, o resultado do teste do polígrafo será apresentado durante o julgamento, pelo advogado, como evidencia da inocência do seu cliente. Muitas vezes é a única opção de evidencia que pode ser aportada por um acusado, visto que provar que se está dizendo a verdade, não é evidente. O polígrafo é um processo cientifico independente e acessível que pode ajudar um acusado a provar o sua versão.

Para mais informação, visite o nosso site POLIGRAFO BRASIL (www.poligrafobrasil.com) ou a secção sobre o polígrafo e advogados da defesa.

Polígrafo Brasil
Confiança com ciência

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Absenteísmo voluntario, verdade ou mentira?

Como o polígrafo pode ajudar a diminuir o absenteísmo voluntario?


A empresa comercial é uma entidade fundamental na nossa sociedade. Mesmo se uma empresa é normalmente fundada para se dedicar a criar, produzir, produtos e serviços procurados pelo mercado, com o tempo esta empresa se torna um “ator” que assume responsabilidades dentro da sociedade.

Este “ator” continua não só produzindo serviços e produtos, mas se torna parte integrante e contribuinte da sociedade na medida que vaia crescendo. Uma das consequências para as empresas com crescimento é o aumento de funcionários. Este aumento de funcionários é necessário para o crescimento da empresa, e trás responsabilidades para a entidade. 

As estruturas iniciais de gestão se diluem com um maior numero de funcionários. De um trato direto e individual, a organização passa a um trato mais estruturado. Os funcionários passam a ser cada vez mais anônimos dentro da empresa, se limitando em muitos casos a cumprir uma tarefa.

Absenteísmo
Esta realidade produz diferentes comportamentos, não só pela empresa empregadora mas também pelos empregados. Tarefas compartimentadas, repetitivas podem levar a uma falta de motivação e uma das consequências mais visíveis da falta de compromisso se manifesta em absenteísmo voluntario por parte dos funcionários.



1. As razões do absenteísmo voluntario podem ser de diferente índole:

  • Falta de motivação
  • Jornadas prolongadas de trabalho
  • Condições insalubres oferecidas aos trabalhadores 
  • Tensão emocional
  • Outros
O absenteísmo tem custos altíssimos para as empresas, sem importar o seu tamanho, produzindo, no entanto, maiores danos nas empresas pequenas.

2. As consequências indiretas para as empresas do absenteísmo são:

  • Perda de mercado
  • Menor produtividade
  • Prejuízo da imagem institucional
  • Maior custo de produção
  • Etc.

3. Calculo dos custos do absenteísmo

Os custos diretos do absenteísmo podem ser calculados. O calculo ajuda ás empresas a estimar o impacto do absenteísmo no fluxo de caixa.

Calculo absenteísmo
Tomamos uma empresa como exemplo com:
  • 100 funcionários
  • Trabalham 8 horas por dia e 5 dias por semana


Estes funcionários trabalham: 5 dias X 4 semanas = 20 dias na média por mês. Isto significa que nesta empresa se trabalha 20 dias X 8 horas = 160 horas por mês/funcionário, o que equivale a 100 funcionários X 160 horas = 16.000 horas por mês.

Imaginamos que a empresa tem um custo de 10 Reais por hora por empregado o que significa que a empresa tem um custo mensal de 16.000 horas X 10 Reais = 160.000 Reais.

No caso haja um absenteísmo de 5% nesta empresa significa um custo adicional* para a empresa de 5% de 160.000 Reais = 8.000 Reais.

(*Este calculo é simplificado e não inclui outros custos de contratação de pessoal temporário e outros gastos adicionais)

Este simples exercício matemático pode, no entanto, dar uma ideia dos valores que as empresas estão perdendo por absenteísmo. 

4. Como diminuir o absenteísmo

Absenteísmo em Reais
É imperativo para as empresas tomar medidas para diminuir o absenteísmo voluntario visto que afeta diretamente os benefícios da empresa. Diferentes programas podem ser implementados para tais fins, sem embargo queremos falar de detectar o absenteísmo antes que ele apareça, é dizer como prevenir o absenteísmo.

Um teste do polígrafo no processo de seleção pode ser o melhor instrumento para detectar os funcionários que demonstraram durante a sua vida laboral comportamentos repetitivos de absenteísmo voluntário. 

A nossa experiência nos indica que para trabalhos onde a presencia física do funcionário é primordial, detectar um comportamento de absenteísmo no seu historial laboral economiza à empresa não só problemas de organização mas também Miles de Reais.

Um teste do polígrafo de pré-emprego é uma solução não só eficaz para detectar estes comportamentos, mas igualmente outras condutas que podem provocar responsabilidades para a empresa empregadora.

Convidamos a examinar o programa de polígrafo de seleção para mais informação.

Polígrafo Brasil
Confiança com ciência

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Descubra os troianos no seu banco.

Quando a contratação vira risco para o banco.

Como pode o polígrafo ajudar a controlar os riscos.

Roubo banco
De todos os estabelecimentos comerciais, os bancos são sem nenhuma dúvida os alvos mais sonhados para ladrões.  Uma sucursal bancaria pode mexer cada dia com milhões de Reais. Os malandros sabem que chega e sai constantemente dinheiro de uma sucursal bancaria. Mesmo, o banco sendo um dos lugares comerciais mais vigiados, sempre existe formas de enganar a segurança. Ademais com o aliciante do beneficio monetário se podem comprar muitas vontades.

Os bancos, por seu lado, sabendo dos riscos aos quais estão expostos tomam todo tipo de medidas de segurança para impedir roubos nos seus locais.

As agências estão preparadas com diversos dispositivos para segurança, tais como:

  • Porta giratória com detector de metais;
  • Circuito fechado de televisão;
  • Fechadura de retardo de tempo;
  • Alarme contra roubo;
  • Alarme contra intrusão;
  • Alarme contra incêndio;
  • Vigilância ostensiva;
  • Etc.

Mesmo assim, quase a diário se ouve falar de atraco a banco, roubo de carro blindado, saidinha de banco, golpes em caixas eletrônicos. Estes são somente os casos tratados nos mídia, muitas vezes se desconhece os casos de fraude interno. Estes casos internos são mais camuflados por medo à má publicidade para a entidade bancaria.

Queremos entrar mais em pormenor sobre este aspecto da segurança no banco.

Trader banco
O banco é um lugar onde se movimenta todo tipo de valores. Quando os bancos comerciais também realizam serviços de banco de investimento, os valores podem ser, todavia mais importantes. Para um banco, os controles internos são primordiais para controlar os riscos de transferir valores de uma conta para outra ou de um lugar para outro.

Não é, portanto de estranhar que os maiores riscos para os bancos estão “dentro” dos mesmos. Funcionários avaros, empregados trabalhando para empresas subcontratadas (limpeza, vigilância) que podem querer “ajudar” a um amigo de fora “em necessidade”.

Existem diferentes possibilidades de fraude desde dentro:

  • Um gerente de sucursal que se põe de acordo com um cliente para um empréstimo que sabe que não vai devolver e ganha uma comissão do empréstimo;
  • Uma empregada do balcão que “conta mal” o dinheiro e fica com o excedente;
  • Um empregado do balcão que acrescenta um numero no cheque e cobra a diferença; 
  • Um empregado de balcão que envia um SMS para avisar a um amigo de um retiro importante de dinheiro (saidinha do banco);
  • Um trader que utiliza o dinheiro de um cliente para especular na bolsa;
  • Uma empregada da limpeza que deixa a porta de emergência aberta “por erro”;
  • Um vigilante que da informação com respeito aos horários dos transportes de valores;
  • Um vigilante que envia um SMS ou “marca” um cliente para os ladrões o reconhecerem quando salga da agência;
  • Etc.

Os bancos têm procedimentos internos de segurança muito avançados para controlar fraude interno. Sem embargo, os controles não sempre são eficazes e menos ainda quando se trata de funcionários de empresas subcontratadas. Estes funcionários muitas vezes são o nexo utilizado pelos ladrões para chegar à informação privilegiada sobre os sistemas de segurança.

Os bancos necessitam ter o mesmo grau de confiança e controle nas empresas subcontratadas do que nos seus próprios funcionários. É difícil obter este grau de confiança visto que não são os chefes diretos destes empregados, no entanto, assumem a responsabilidade se algo negativo acontece. Esta é a razão pela qual os bancos devem exigir um processo de seleção e seguimento exaustivo ás empresas subcontratadas.

As entidades financeiras devem igualmente ter um processo interno de controle muito eficaz para impedir um ataque aos ativos do banco desde dentro do banco. É importante que os funcionários saibam que existe uma vigilância fechada.

Polígrafo Brasil é uma empresa especializada em criar confiança nos processos de seleção e seguimento realizando testes do polígrafo nos quais se examinam prováveis comportamentos inadequados por parte dos candidatos ou trabalhadores.

Tanto a nível interno, em posições de alto risco, como com empresas prestadoras de serviços externas, o programa de seleção e seguimento com testes de polígrafo pode diminuir consideravelmente o risco do banco. Isto é verdade não só pela detecção tempestiva de comportamentos fraudulentos, mas igualmente como ferramenta de dissuasão.

Para mais informação sobre a utilização de testes do polígrafo para bancos e entidades financeiras, favor visite a seguinte página.

Polígrafo Brasil
Confiança com ciência

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Os custos escondidos das responsabilidades dos hotéis.

Pode o polígrafo ajudar a minimizar e controlar os riscos de responsabilidade dos hotéis?


Uma manchete dos jornais desportivos durante a última Copa das Confederações celebrada no Brasil:

VERGONHA: Jogadores espanhóis denunciam roubo em hotel no Recife
Fonte: Agência EFE

Se pode imaginar ser o gerente do hotel onde passou este episódio?

Onibus com seleção de futebol
Um hotel que acolhe a seleção campeã do mundo, em vez de poder aproveitar esta visita para fins promocionais, ter que lidar o nome do hotel com semelhante manchete?

A indústria hoteleira é um setor importante na economia brasileira. O sector da hospedagem mexe anualmente com milhões de hospedes. Milhares de turistas pernoitam-nos diferentes tipos de hotéis que existem no Brasil.

Os hotéis têm não só que providenciar um lugar para dormir aos hospedes, mas sobretudo um serviço impecável se querem fidelizar e aumentar a sua clientela. Hotéis podem gastar milhões de reais anualmente no treinamento dos seus funcionários para garantir um serviço impecável aos hospedes.

Os turistas, no entanto, não só esperam ter um bom serviço, querem igualmente confiar na segurança do hotel. Isto é ainda mais verdade para turistas de outros estados e para estrangeiros que podem ter receio de visitar o Brasil, que muitos supõem perigoso por todas as noticias que recebem pelos diferentes meios de comunicação.

A segurança do hotel é primordial mesmo se muitas vezes é considerada como normal. A gerência dos hotéis, sem embargo, conhecem os riscos aos quais estão confrontados. 
Alguns podem ser:

  • Acidente de um hóspede dentro das instalações
  • Intoxicação alimentar no restaurante do hotel
  • Algum crime que sucede dentro das instalações (Abuso sexual, violação, roubo)
  • Etc.


Alguns casos são engendrados pelos mesmos hospedes, mas que dizer se um hospede sofre um destes casos devido a um funcionário do hotel?

Então o caso se torna não só vergonhoso, mas pode o hotel ter que assumir responsabilidades civis ou até penais por ações do ou dos funcionários, sem falar da má reputação para o hotel. Hoje em dia com as redes sociais um pequeno acidente pode assumir proporções estratosféricas.

Nos faz lembrar de um caso que tratemos de um resort luxuoso no sul do México, perto de Cancun. Passar uma noite nesse resort tinha um valor de aprox. USD 2.000.

Um dia nos chamaram por que um hospede reclamou o desaparecimento de dinheiro do seu bangalô. Como explicar a uma pessoa que paga USD 2.000 por dia, que tem que ser mais cuidadoso com os seus bens? Esta pessoa está pagando um valor elevado para não ter de se preocupar com a sua segurança e pertinências?

A gerência fez passar um teste do polígrafo aos funcionários que estiveram no bangalô, e efetivamente, a senhora da limpeza tinha levado o dinheiro.

Felizmente, este caso é uma exceção. A grande maioria dos hotéis tem um profundo conhecimento dos seus funcionários e controla estes acontecimentos.

O problema, sem embargo, para o próximo mundial é que os hotéis vão, em muitos casos, aumentar o numero de funcionários para um período de 2 a 3 meses. Isto significa que deverão confiar a segurança de muitos turistas, futebolistas, delegações, etc. a empregados que praticamente desconhecem. Estes funcionários podem ser o elo mais fraco na segurança do hotel, isto sem contar a possibilidade de infiltração, a través de estes empregados, por parte de bandas organizadas.

Mundial Brasil 2014
O mundial pode ser uma oportunidade de ouro para a promoção a nível mundial, não só para o Brasil, mas igualmente para a indústria hoteleira que albergará os torcedores do mundo inteiro. Um pequeno percalço, no entanto, pode pôr todos esses esforços em xeque como vimos com a manchete no inicio.

Polígrafo Brasil é uma empresa especializada em controlar os riscos com os recursos humanos. Um exame do polígrafo de seleção, pode ajudar a detectar candidatos a emprego com problemas de comportamento como roubos, absenteísmo abusivo, contato com bandas organizadas, falsificação de diplomas, etc.

Para mais informação com respeito aos serviços de Polígrafo Brasil para recursos humanos de hotéis, favor visitar as seguintes paginas:



Polígrafo Brasil
Confiança com Ciência

sexta-feira, 7 de junho de 2013

É o polígrafo uma maquina da verdade ou um detetor de mentiras?

O polígrafo é um aparato que é conhecido em diferentes formas e com diferentes nomes. Visto a utilização do polígrafo em muitos programas de televisão e filmes, este instrumento tem tido todo tipo de qualificações e denominações, as mais populares são maquina da verdade incluso maquina da mentira e detetor de mentiras.

Ambos estes termos de maquina da verdade ou de detetor de mentiras não se referem ao instrumento em si, mas ao objetivo da utilização do polígrafo, é dizer qual é o fim para o qual o polígrafo é utilizado.

O polígrafo realmente é uma maquina da verdade ou um detetor de mentiras?

Vamos analisar esta questão um pouco mais em profundidade.

O que é o polígrafo, porque se chama polígrafo?

O polígrafo é um instrumento médico que registra e mede reações, alterações fisiológicas em seres humanos. O significado da palavra polígrafo significa: muitas escrituras (poli=muitos; grafo=escritura). Estas escrituras são os registros que este instrumento plasma em forma de linhas continuas num gráfico, que pode ser em papel ou em forma digital na tela de um computador.

As reações fisiológicas que o polígrafo mede são reações que são consequência do sistema nervoso autônomo que sucedem quando alguém sente uma ameaça. Por tanto, o polígrafo, o que realmente mede são alterações fisiológicas no organismo humano.

Depende do objetivo, é dizer do uso que se dá ao polígrafo para realmente utilizá-lo para descobrir se uma pessoa está sendo honesta no seu depoimento, declaração ou testemunho.

Por tanto, o polígrafo não é nem uma maquina da verdade, nem um detetor de mentiras. É um instrumento médico que registra o comportamento de órgãos vitais do organismo humano.

Sendo assim, este instrumento pode ser utilizado para testar a honestidade do depoimento de alguém, sempre e quando o profissional que o utiliza, coloque a informação adequada para testar o grado de honestidade. É dizer o resultado, como em muitas outras coisas da vida, depende da intenção que se procura.

Com o Input correto se pode obter o Output procurado.

Esta é a razão porque o técnico do polígrafo ou poligrafista necessita saber aplicar as possibilidades que oferece este instrumento para saber se uma pessoa está mentindo ou dizendo a verdade.

No caso os procedimentos corretos forem seguidos o polígrafo permite obter uma prova clinica do depoimento de um individuo. É dizer que a historia, depoimento, declaração ou testemunho de alguém não só é avaliada pela sua consistência, concordância e congruência, mas igualmente testada fisiologicamente o que permite um resultado clinico.

Esta prova clinica ou teste clinico com polígrafo é obtido em forma de gráficos, impressos em papel ou em formato digital. Estes gráficos são interpretados pelo técnico com o subsequente diagnostico. No caso o técnico tenha realizado o teste do polígrafo de forma a testar o depoimento de um individuo, este pode dar uma opinião profissional sobre o grau de desvio do nível de ansiedade por parte do examinado com respeito ao tema tratado. Este análise permite dar uma opinião sobre o grau de possibilidade de engano, o que se traduz normalmente nos resultados “Engano detetado” ou “Engano não detectado”.

É importante perceber estes dois resultados:

Engano detetado significa que depois de testar clinicamente (com polígrafo) o depoimento do examinado existem indícios claros de uma atividade do sistema nervoso autônomo por em cima do normal. Isto significa que o examinado não passa o teste do polígrafo e se pode interpretar que não foi completamente honesto na sua versão.

Engano não detetado significa que depois de testar clinicamente (com polígrafo) o depoimento do examinado as reações recolhidas do sistema nervoso autônomo estão dentro do padrão normal do examinado, o que significa que o examinado passa o teste e se pode interpretar que a versão dada pelo examinado corresponde a verdade.



Não se pode obviamente impedir a utilização dos sinônimos “maquina da verdade” ou “detetor de mentiras” por parte dos meios de comunicação nem do publico em geral, sem embargo é importante perceber que o polígrafo, antes de tudo, é um instrumento médico que mede e registra reações fisiológicas e que pode ser utilizado para avaliar depoimentos.

A aplicação de este instrumento na avaliação de depoimentos depende do objetivo do teste desenhado por parte de um profissional, técnico do polígrafo (psicofisiólogo forense) para testar e avaliar os depoimentos de indivíduos.

Por tanto, o polígrafo não é uma maquina da verdade nem um detetor de mentiras, mas pode ser utilizado para chegar ao mesmo resultado ou objetivo, é dizer testar clinicamente a honestidade de alguém.

Para mais informação sobre o poligrafo por favor visitar: Poligrafo Brasil.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

O polígrafo e a Confiança


Instrumento poligrafo completo
O polígrafo também conhecido como maquina da verdade ou detector de mentiras é um instrumento muito utilizado na sociedade moderna. Mesmo se há algumas décadas atrás a sua utilização era primordialmente realizada nos Estados Unidos e por agencias do governo, isto se veio alterar com a proliferação não só do instrumento em si, mas também dos conhecimentos necessários à aplicação de testes fiáveis.


A pergunta, no entanto, é por que existe um polígrafo ou por que recorremos a um instrumento para saber se as pessoas estão sendo honestas ou não?

O polígrafo existe por que diferentes pesquisadores através da historia perceberam que a ansiedade gerava reações fisiológicas no organismo humano e que estas reações podiam ser registradas através de diferentes medidores.
No momento que podemos medir ansiedade a uma situação podemos também de certa forma medir um aumento da ansiedade quando uma pessoa está dizendo uma mentira ou intentando enganar.
O polígrafo que é um instrumento que registra alterações fisiológicas pode medir esse aumento de ansiedade e assim dar informação sobre o grado de ansiedade de alguém com respeito a um assunto definido.

Mas por que é tão importante saber se uma pessoa está enganando?

A razão de querer saber com certeza e confiança se uma pessoa está sendo honesta ou a mentir tem haver com uma procura de justiça. Queremos tomar decisões, quando somos chamados a tomá-las, que estão baseadas em informação verídica e por tanto procuremos aumentar o grau de confiança nas nossas decisões.

Um gerente de recursos humanos que está a ponto de contratar um funcionário quer ter a certeza que o futuro empregado não o está enganando no seu currículo e entrevista, um juiz que toma a decisão sobre um caso de homicídio quer ter a certeza que não está condenando à pessoa errada, um namorado a ponto de se casar para o resto da sua vida quer ter a certeza que sua prometida realmente não o tem tracionado com respeito ao seu passado.

Existem mil e uma situações na vida nas quais precisamos de tomar uma decisão importante e não queremos errar. Todas estas situações exigem que tenhamos confiança sobre a informação que conhecemos e nos apoiamos para tomar essas decisões.

Seria tudo mais fácil se as pessoas fossem honestas com respeito aos seus atos ou intenções mas todos sabemos que um funcionário que tem demonstrado comportamentos erráticos em empresas anteriores não vai querer de forma voluntária ressaltar esse aspecto numa entrevista de trabalho, que um homicida com toda probabilidade vai manter até o fim que é inocente e que uma empregada doméstica não vai querer assumir que bateu num dos nossos filhos.

Isto tudo faz que particulares, empresas e entidades publicas muitas vezes tenham que recorrer a profissionais para confirmar depoimentos, versões de pessoas para de esta forma ser mais justos nas suas decisões e atuações.
O polígrafo é sem nenhuma dúvida o meio mais cientifico que existe para medir o grau de honestidade de alguém, é o melhor meio para medir a confiança de forma científica. 

Por isso o slogan de Polígrafo Brasil é: Polígrafo Brasil “Confiança com Ciência.”

O polígrafo na TV no Brasil


Poligrafo em Hollywood
O polígrafo é um instrumento que não deixa ninguém indiferente. Todas as pessoas que alguma vez viram aplicar-se um teste de polígrafo parecem ter uma ideia sobre a utilização do polígrafo. Este instrumento, utilizado em diferentes filmes de Hollywood, deixando impacto em milhares de espectadores, assim como em diversos programas de televisão, promete descobrir se uma pessoa está dizendo a verdade ou a mentir. É natural que tenhamos uma opinião sobre um instrumento que diz detectar um comportamento com o qual cada ser humano é confrontado: o engano ou a mentira.

Existe, no entanto, uma grande diferença entre a utilização do polígrafo para programas da televisão, filmes de longa metragem e a aplicação de esta ciência na vida real. Se em filmes de Hollywood e na televisão estes instrumentos são utilizados como cenas de máxima tensão e onde a honestidade de uma pessoa é testada, na vida real um teste de polígrafo tem um procedimento estrito, definido e é realizado em toda privacidade.

Programa da Márcia
No Brasil, a utilização do polígrafo na televisão brasileira se tornou muito popular com programas como “Nada além da verdade”, apresentado por Carlos Roberto Massa na SBT ou o “Programa da Márcia”, apresentado por Márcia Goldschmidt na BAND. Alguns outros programas como do João Kleber com a “máquina da verdade” têm utilizado uns instrumentos de fabrico caseiro que têm pouco em comum com um verdadeiro polígrafo profissional, a não ser que dizem medir o mesmo aspecto, verdade ou mentira.

O objetivo primordial da utilização do polígrafo na televisão tem sido de testar a honestidade dentro de um relacionamento realizando todo tipo de perguntas a um dos parceiros confrontando este ultimo, em direto, com o outro parceiro no platô da televisão ou para testar certos comportamentos de famosos ou privados durante as suas vidas.

Se a televisão e os filmes permitem divulgar este instrumento ao grande publico também distorce a realidade da sua aplicação em testes profissionais. Outra das consequências da utilização de este instrumento na indústria do entretenimento é a criação de sinônimos, “mais entendíveis” para o publico, como por exemplo: “máquina da verdade” ou “detector de mentiras”. O polígrafo na realidade não é nem uma máquina da verdade nem um detector de mentiras, mesmo se para simplificar a sua utilização muitas vezes se refere a realizar um teste da máquina da verdade ou um teste de detector de mentiras.

O instrumento utilizado se denomina polígrafo por uma razão simples: Polígrafo significa “poli=muitas; grafo=escrituras”. Este instrumento mede diferentes reações fisiológicas. Estas reações fisiológicas são transmitidas em forma de linhas onduladas num papel ou numa tela de um computador. Estas são as muitas escrituras às que se refere o termo polígrafo, a razão do nome “polígrafo”.

Psicofisiologo Forense
Psicofisiólogo Forense (Poligrafo Brasil)
A utilização do polígrafo na vida real excede sem dúvida a utilização deste instrumento na indústria do entretenimento. O polígrafo é normalmente utilizado por um técnico de polígrafo com uma formação extensa em psicofisiología forense, por esta razão os técnicos de polígrafo também muitas vezes se autodenominam “psicofisiologos forenses”. Estes profissionais são especialistas na realização de entrevistas de investigação, análise de comportamento verbal e não verbal, sabem utilizar e interpretar os resultados de um instrumento de polígrafo e realizar interrogatórios.

Estes conhecimentos podem aplicá-los em diferentes áreas e muitas entidades da nossa sociedade têm necessidade para um profissional com estes conhecimentos. Normalmente as agencias que mais recurrem a estes profissionais e instrumento são as agencias de inteligência de países, agencias da aplicação da ordem (policias federais, estatais, locais) e outras entidades de segurança publica. Nas últimas décadas, no entanto, a proliferação de estes conhecimentos a nível comercial também permitiu a empresas e particulares ter acesso a estes profissionais.
Por esta razão muitas empresas em todo o mundo utilizam este instrumento e os seus técnicos na hora de contratar funcionários para as suas empresas, mas também para testar a sua honestidade e confiabilidade quando algum ato negativo sucede na empresa como, por exemplo: roubo, furto, abuso de poder, fuga de informação confidencial etc.
Particulares também recurrem cada vez mais a testes do polígrafo para assuntos privados como testar a fidelidade ou infidelidade numa relação, investigar roubos, agressões sexuais, comportamento de empregados domésticos. etc.

De qualquer forma é importante perceber que um teste do polígrafo profissional realizado por um técnico de polígrafo a nível privado ou para empresas tem um procedimento diferente ao que se pode ver em filmes ou na televisão. É importante seguir este procedimento para garantir a fiabilidade de um teste do polígrafo e deixar o psicofisiólogo forense ou técnico do polígrafo realizar o sua profissão com respeito e confiança. O técnico do polígrafo é o profissional que melhor sabe como resolver um caso com um polígrafo, como realizar o teste e que também conhece as limitações de um teste do polígrafo. Portanto é importante perceber que não se pode esperar na hora de contratar um teste do polígrafo o mesmo processo que se observou num filme ou na televisão. Sem embargo com toda a certeza poderá chegar à mesma conclusão, visto que normalmente se recorre a testes de polígrafo porque que existe desconfiança no ceno familiar, privado ou numa empresa.
Definitivamente, um teste do polígrafo na vida real é diferente ao que se pode assistir nos mídias mas o resultado vem a ser o mesmo sempre e quando se deixa o poligrafista realizar o seu trabalho.

A seguir um vídeo com uma explicação bastante simples do funcionamento de um teste do polígrafo.