Mostrando postagens com marcador detetor de mentiras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador detetor de mentiras. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Poligrafo legal

Utilização do polígrafo em casos criminais no Brasil


Dizer que uma sociedade moderna precisa de uma justiça “justa” parece obvio, é mais, uma justiça honesta é considerado um pilar fundamental da sociedade moderna. No entanto, conseguir uma justiça “justa” é uma tarefa herculana visto que existem demasiadas variáveis nos processos legais que fazem da justiça um procedimento em constante evolução.

Nos casos criminais, sem embargo, é quando mais sensível demonstra ser o aspecto da “justiça”. Precisamos respeitar os direitos fundamentais do réu, mas também queremos de certa forma corresponder à justiça que a sociedade exige. Encontrar o balance adequado é difícil, sobre tudo quando os casos são crimes de caráter hediondos, casos onde as provas físicas são escassas ou inexistentes e casos que são construídos baseados em denuncias. 

Estas circunstâncias não só são difíceis para o ministério público, mas igualmente para a defesa.

Advogados criminalistasAdvogados criminalistas são os advogados que mais necessitam que a justiça seja “justa”. Uma justiça tendenciosa terá consequências nefastas não só para o seu trabalho mas sobre todo para o seu cliente, que está arriscando a sua liberdade.

O problema se torna ainda mais grave quando o caso é tratado pela mídia, que parece demonstrar uma sede insaciável por castigo. Este tratamento público de casos criminais pode ter consequências sinistras, especialmente quando o caso é julgado por um “Tribunal de Júri”.

Os suspeitos e os seus representantes se encontram muitas vezes em desigualdade de forças, não tendo acesso aos meios técnicos do ministério público ou a força da mídia para defender os seus clientes. No entanto, em muitos casos, as evidencias são circunstanciais e é a palavra do acusador contra a palavra do seu representado.

Por isso cada vez mais advogados criminalistas no Brasil recurrem ao polígrafo para a defesa do seu cliente. Utilizam o polígrafo principalmente por duas razões:

  1. Saber se o seu cliente é realmente inocente
  2. Aportar o relatório do teste do polígrafo como evidencia da inocência do seu representado em tribunal

AcusadoNo primeiro caso, o resultado do teste do polígrafo vai ajudar o advogado a definir a sua estratégia de defesa. No caso o seu cliente passe o teste do polígrafo com alta probabilidade a sua defesa vai ser de procurar a inocência do seu representado, caso contrário, procurara a melhor sentencia possível para seu cliente.

No segundo caso, o resultado do teste do polígrafo será apresentado durante o julgamento, pelo advogado, como evidencia da inocência do seu cliente. Muitas vezes é a única opção de evidencia que pode ser aportada por um acusado, visto que provar que se está dizendo a verdade, não é evidente. O polígrafo é um processo cientifico independente e acessível que pode ajudar um acusado a provar o sua versão.

Para mais informação, visite o nosso site POLIGRAFO BRASIL (www.poligrafobrasil.com) ou a secção sobre o polígrafo e advogados da defesa.

Polígrafo Brasil
Confiança com ciência

Controlar perdas processo logistico

Controlar as perdas internas no processo logístico no Brasil


Empresas de transporteUma das atividades econômicas que sem nenhuma dúvida é primordial para o bom funcionamento da sociedade é o transporte, o setor logístico.

O transporte de pessoas e mercadorias é a base da atividade econômica moderna. Este processo logístico é porem, percebido como algo natural, algo que existe como todos os dias pôr do sol. Milhares de produtos e pessoas são deslocados de um ponto ao outro cada dia como uma atividade rotineira, quase como um fato normal.
Serviço 24/7
Os profissionais do sector logístico, no entanto, sabem que este serviço é uma luta diária, que existem milhares de peças ao quebra cabeças que diariamente é preciso colocar de novo.

Um quebra cabeças de 24 horas/7 dias que cada dia é diferente, seja isto por condições climáticas, greves sociais, capacidade e faltas técnicas, legislação cambiante, crime organizado, etc.

Roubo transportadoraEsta situação é, todavia mais difícil quando existem fatores internos e externos que dificultam o trabalho. Quantas vezes uma empresa transportadora não é confrontada a roubos, desparecimento de mercadorias ou queixas por parte dos clientes de produtos danificados ou incompletos ou simplesmente faltantes. (Veja reportagem sobre roubos de carga fazendo clique aqui, Portal Transporta Brasil)

A realidade da sociedade brasileira proporciona riscos adicionais ao processo logístico que empresários precisam tomar em consideração. Alguns riscos externos são dificilmente controláveis, no entanto, existem riscos internos que podem ser minimizados ou até controlados. Com certeza as seguintes situações são familiares:

  • Quantas queixas tiveram de clientes sobre produtos faltantes ou danificados?
  • Quantas cargas completas despareceram sem explicação?
  • Quantas perdas tiveram que pagar do seu próprio bolso?
  • A prima de risco do seu seguro não para de subir?

Em Polígrafo Brasil somos muito conscientes da realidade das empresas transportadoras. Em muitas ocasiões tratamos casos de carga desaparecida, carga faltante ou danificada, onde pelas circunstâncias tudo indica que existe participação interna, é dizer que os próprios empregados são os autores materiais ou intelectuais dos roubos.

Ladrões mercadoriasEm vários casos ajudamos a recuperar a mercadoria, desmantelar redes criminais internas, mas também em muitos casos a inocentar suspeitos com testes do polígrafo específicos.
O nosso serviço é rápido, confidencial, fiável e está desenhado para controlar e minimizar os riscos internos das empresas logísticas. O teste de polígrafo específico é uma ferramenta de apoio à gestão de transportadoras para controlar, minimizar ou até erradicar os riscos internos das empresas de logística.

Oferecemos também testes do polígrafo de verificação e polígrafo de seguimento de empregados, especialmente desenhados para prevenção de riscos que sem nenhuma dúvida contribuem de forma positiva ao desempenho econômico das empresas transportadoras.

Não duvide mais e contate com Polígrafo Brasil em www.poligrafobrasil.com para conhecer as nossas soluções para empresas transportadoras

Polígrafo Brasil
Confiança com ciência

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Descubra os troianos no seu banco.

Quando a contratação vira risco para o banco.

Como pode o polígrafo ajudar a controlar os riscos.

Roubo banco
De todos os estabelecimentos comerciais, os bancos são sem nenhuma dúvida os alvos mais sonhados para ladrões.  Uma sucursal bancaria pode mexer cada dia com milhões de Reais. Os malandros sabem que chega e sai constantemente dinheiro de uma sucursal bancaria. Mesmo, o banco sendo um dos lugares comerciais mais vigiados, sempre existe formas de enganar a segurança. Ademais com o aliciante do beneficio monetário se podem comprar muitas vontades.

Os bancos, por seu lado, sabendo dos riscos aos quais estão expostos tomam todo tipo de medidas de segurança para impedir roubos nos seus locais.

As agências estão preparadas com diversos dispositivos para segurança, tais como:

  • Porta giratória com detector de metais;
  • Circuito fechado de televisão;
  • Fechadura de retardo de tempo;
  • Alarme contra roubo;
  • Alarme contra intrusão;
  • Alarme contra incêndio;
  • Vigilância ostensiva;
  • Etc.

Mesmo assim, quase a diário se ouve falar de atraco a banco, roubo de carro blindado, saidinha de banco, golpes em caixas eletrônicos. Estes são somente os casos tratados nos mídia, muitas vezes se desconhece os casos de fraude interno. Estes casos internos são mais camuflados por medo à má publicidade para a entidade bancaria.

Queremos entrar mais em pormenor sobre este aspecto da segurança no banco.

Trader banco
O banco é um lugar onde se movimenta todo tipo de valores. Quando os bancos comerciais também realizam serviços de banco de investimento, os valores podem ser, todavia mais importantes. Para um banco, os controles internos são primordiais para controlar os riscos de transferir valores de uma conta para outra ou de um lugar para outro.

Não é, portanto de estranhar que os maiores riscos para os bancos estão “dentro” dos mesmos. Funcionários avaros, empregados trabalhando para empresas subcontratadas (limpeza, vigilância) que podem querer “ajudar” a um amigo de fora “em necessidade”.

Existem diferentes possibilidades de fraude desde dentro:

  • Um gerente de sucursal que se põe de acordo com um cliente para um empréstimo que sabe que não vai devolver e ganha uma comissão do empréstimo;
  • Uma empregada do balcão que “conta mal” o dinheiro e fica com o excedente;
  • Um empregado do balcão que acrescenta um numero no cheque e cobra a diferença; 
  • Um empregado de balcão que envia um SMS para avisar a um amigo de um retiro importante de dinheiro (saidinha do banco);
  • Um trader que utiliza o dinheiro de um cliente para especular na bolsa;
  • Uma empregada da limpeza que deixa a porta de emergência aberta “por erro”;
  • Um vigilante que da informação com respeito aos horários dos transportes de valores;
  • Um vigilante que envia um SMS ou “marca” um cliente para os ladrões o reconhecerem quando salga da agência;
  • Etc.

Os bancos têm procedimentos internos de segurança muito avançados para controlar fraude interno. Sem embargo, os controles não sempre são eficazes e menos ainda quando se trata de funcionários de empresas subcontratadas. Estes funcionários muitas vezes são o nexo utilizado pelos ladrões para chegar à informação privilegiada sobre os sistemas de segurança.

Os bancos necessitam ter o mesmo grau de confiança e controle nas empresas subcontratadas do que nos seus próprios funcionários. É difícil obter este grau de confiança visto que não são os chefes diretos destes empregados, no entanto, assumem a responsabilidade se algo negativo acontece. Esta é a razão pela qual os bancos devem exigir um processo de seleção e seguimento exaustivo ás empresas subcontratadas.

As entidades financeiras devem igualmente ter um processo interno de controle muito eficaz para impedir um ataque aos ativos do banco desde dentro do banco. É importante que os funcionários saibam que existe uma vigilância fechada.

Polígrafo Brasil é uma empresa especializada em criar confiança nos processos de seleção e seguimento realizando testes do polígrafo nos quais se examinam prováveis comportamentos inadequados por parte dos candidatos ou trabalhadores.

Tanto a nível interno, em posições de alto risco, como com empresas prestadoras de serviços externas, o programa de seleção e seguimento com testes de polígrafo pode diminuir consideravelmente o risco do banco. Isto é verdade não só pela detecção tempestiva de comportamentos fraudulentos, mas igualmente como ferramenta de dissuasão.

Para mais informação sobre a utilização de testes do polígrafo para bancos e entidades financeiras, favor visite a seguinte página.

Polígrafo Brasil
Confiança com ciência

sexta-feira, 7 de junho de 2013

É o polígrafo uma maquina da verdade ou um detetor de mentiras?

O polígrafo é um aparato que é conhecido em diferentes formas e com diferentes nomes. Visto a utilização do polígrafo em muitos programas de televisão e filmes, este instrumento tem tido todo tipo de qualificações e denominações, as mais populares são maquina da verdade incluso maquina da mentira e detetor de mentiras.

Ambos estes termos de maquina da verdade ou de detetor de mentiras não se referem ao instrumento em si, mas ao objetivo da utilização do polígrafo, é dizer qual é o fim para o qual o polígrafo é utilizado.

O polígrafo realmente é uma maquina da verdade ou um detetor de mentiras?

Vamos analisar esta questão um pouco mais em profundidade.

O que é o polígrafo, porque se chama polígrafo?

O polígrafo é um instrumento médico que registra e mede reações, alterações fisiológicas em seres humanos. O significado da palavra polígrafo significa: muitas escrituras (poli=muitos; grafo=escritura). Estas escrituras são os registros que este instrumento plasma em forma de linhas continuas num gráfico, que pode ser em papel ou em forma digital na tela de um computador.

As reações fisiológicas que o polígrafo mede são reações que são consequência do sistema nervoso autônomo que sucedem quando alguém sente uma ameaça. Por tanto, o polígrafo, o que realmente mede são alterações fisiológicas no organismo humano.

Depende do objetivo, é dizer do uso que se dá ao polígrafo para realmente utilizá-lo para descobrir se uma pessoa está sendo honesta no seu depoimento, declaração ou testemunho.

Por tanto, o polígrafo não é nem uma maquina da verdade, nem um detetor de mentiras. É um instrumento médico que registra o comportamento de órgãos vitais do organismo humano.

Sendo assim, este instrumento pode ser utilizado para testar a honestidade do depoimento de alguém, sempre e quando o profissional que o utiliza, coloque a informação adequada para testar o grado de honestidade. É dizer o resultado, como em muitas outras coisas da vida, depende da intenção que se procura.

Com o Input correto se pode obter o Output procurado.

Esta é a razão porque o técnico do polígrafo ou poligrafista necessita saber aplicar as possibilidades que oferece este instrumento para saber se uma pessoa está mentindo ou dizendo a verdade.

No caso os procedimentos corretos forem seguidos o polígrafo permite obter uma prova clinica do depoimento de um individuo. É dizer que a historia, depoimento, declaração ou testemunho de alguém não só é avaliada pela sua consistência, concordância e congruência, mas igualmente testada fisiologicamente o que permite um resultado clinico.

Esta prova clinica ou teste clinico com polígrafo é obtido em forma de gráficos, impressos em papel ou em formato digital. Estes gráficos são interpretados pelo técnico com o subsequente diagnostico. No caso o técnico tenha realizado o teste do polígrafo de forma a testar o depoimento de um individuo, este pode dar uma opinião profissional sobre o grau de desvio do nível de ansiedade por parte do examinado com respeito ao tema tratado. Este análise permite dar uma opinião sobre o grau de possibilidade de engano, o que se traduz normalmente nos resultados “Engano detetado” ou “Engano não detectado”.

É importante perceber estes dois resultados:

Engano detetado significa que depois de testar clinicamente (com polígrafo) o depoimento do examinado existem indícios claros de uma atividade do sistema nervoso autônomo por em cima do normal. Isto significa que o examinado não passa o teste do polígrafo e se pode interpretar que não foi completamente honesto na sua versão.

Engano não detetado significa que depois de testar clinicamente (com polígrafo) o depoimento do examinado as reações recolhidas do sistema nervoso autônomo estão dentro do padrão normal do examinado, o que significa que o examinado passa o teste e se pode interpretar que a versão dada pelo examinado corresponde a verdade.



Não se pode obviamente impedir a utilização dos sinônimos “maquina da verdade” ou “detetor de mentiras” por parte dos meios de comunicação nem do publico em geral, sem embargo é importante perceber que o polígrafo, antes de tudo, é um instrumento médico que mede e registra reações fisiológicas e que pode ser utilizado para avaliar depoimentos.

A aplicação de este instrumento na avaliação de depoimentos depende do objetivo do teste desenhado por parte de um profissional, técnico do polígrafo (psicofisiólogo forense) para testar e avaliar os depoimentos de indivíduos.

Por tanto, o polígrafo não é uma maquina da verdade nem um detetor de mentiras, mas pode ser utilizado para chegar ao mesmo resultado ou objetivo, é dizer testar clinicamente a honestidade de alguém.

Para mais informação sobre o poligrafo por favor visitar: Poligrafo Brasil.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

O polígrafo e a Confiança


Instrumento poligrafo completo
O polígrafo também conhecido como maquina da verdade ou detector de mentiras é um instrumento muito utilizado na sociedade moderna. Mesmo se há algumas décadas atrás a sua utilização era primordialmente realizada nos Estados Unidos e por agencias do governo, isto se veio alterar com a proliferação não só do instrumento em si, mas também dos conhecimentos necessários à aplicação de testes fiáveis.


A pergunta, no entanto, é por que existe um polígrafo ou por que recorremos a um instrumento para saber se as pessoas estão sendo honestas ou não?

O polígrafo existe por que diferentes pesquisadores através da historia perceberam que a ansiedade gerava reações fisiológicas no organismo humano e que estas reações podiam ser registradas através de diferentes medidores.
No momento que podemos medir ansiedade a uma situação podemos também de certa forma medir um aumento da ansiedade quando uma pessoa está dizendo uma mentira ou intentando enganar.
O polígrafo que é um instrumento que registra alterações fisiológicas pode medir esse aumento de ansiedade e assim dar informação sobre o grado de ansiedade de alguém com respeito a um assunto definido.

Mas por que é tão importante saber se uma pessoa está enganando?

A razão de querer saber com certeza e confiança se uma pessoa está sendo honesta ou a mentir tem haver com uma procura de justiça. Queremos tomar decisões, quando somos chamados a tomá-las, que estão baseadas em informação verídica e por tanto procuremos aumentar o grau de confiança nas nossas decisões.

Um gerente de recursos humanos que está a ponto de contratar um funcionário quer ter a certeza que o futuro empregado não o está enganando no seu currículo e entrevista, um juiz que toma a decisão sobre um caso de homicídio quer ter a certeza que não está condenando à pessoa errada, um namorado a ponto de se casar para o resto da sua vida quer ter a certeza que sua prometida realmente não o tem tracionado com respeito ao seu passado.

Existem mil e uma situações na vida nas quais precisamos de tomar uma decisão importante e não queremos errar. Todas estas situações exigem que tenhamos confiança sobre a informação que conhecemos e nos apoiamos para tomar essas decisões.

Seria tudo mais fácil se as pessoas fossem honestas com respeito aos seus atos ou intenções mas todos sabemos que um funcionário que tem demonstrado comportamentos erráticos em empresas anteriores não vai querer de forma voluntária ressaltar esse aspecto numa entrevista de trabalho, que um homicida com toda probabilidade vai manter até o fim que é inocente e que uma empregada doméstica não vai querer assumir que bateu num dos nossos filhos.

Isto tudo faz que particulares, empresas e entidades publicas muitas vezes tenham que recorrer a profissionais para confirmar depoimentos, versões de pessoas para de esta forma ser mais justos nas suas decisões e atuações.
O polígrafo é sem nenhuma dúvida o meio mais cientifico que existe para medir o grau de honestidade de alguém, é o melhor meio para medir a confiança de forma científica. 

Por isso o slogan de Polígrafo Brasil é: Polígrafo Brasil “Confiança com Ciência.”